sexta-feira, 31 de maio de 2013

Crônico...

Sinto as mãos pesadas
Os ombros caídos
A cabeça pende

Sinto um cansaço interno
Uma respiração profunda
Os olhos pesam

Sinto que não deveria estar aqui
Meu corpo suplica por another place

Mais macio
Mais quente
Mais acolhedor

Sinto-me arrastando...!
Mas que coisa...
É só o sono!


segunda-feira, 27 de maio de 2013

Segunda feira, de novo e de novo...


É segunda feira e o dia amanheceu diferente...
Não sei dizer o porquê, não sei nem se tem um porquê... Apenas sei que a segunda feira começou diferente, estranha... Eu me sinto estranho, diferente, talvez até mais triste. Tentando expor aqui o que sinto, só me vem uma palavra à cabeça: correr.
Quero correr. Quero correr pra longe, correr de tudo isso, correr de mim... Tenho a sensação de que na satisfaz, nada faz sentido... As vezes, me sinto assim, e parece que nada resolve.
Começo a criticar tudo o que faço, começo a julgar as atitudes alheias, vem o nervosismo, a ansiedade, o estresse, a falta de paciência... Parece que, de repente, vou explodir.
Sinto falta de alguma coisa, mas eu sei que nada me falta, sei que tenho tudo o que preciso, Deus me dá tudo que peço... Sinto-me reclamando a toa, sinto-me um mal agradecido.
Talvez eu seja mimado, um Drama Queen... Quem poderá dizer?

(...)

Na verdade, me sinto cansado... Não fisicamente. Me sinto cansado do que me cerca, cansado da falsidade das pessoas, do falso moralismo que elas têm, sinto medo de ter menos amigos do que penso ter. De repente, vejo meus planos irem por água abaixo, cada vez mais distantes... E começo a desistir.
Porque ainda não desisti? Parei para pensar... Alguma coisa me puxa de volta, boas lembranças, verdadeiros amigos, momentos de felicidade...

(...)

Eu sei que isso é passageiro, é temporário. Pensar assim me ajuda a seguir em frente.
Peço a Deus para me mostrar o caminho, como Ele sempre tem feito. Peço para me guiar, me ajudar, me mostrar sempre a verdade... E que, um dia, eu possa ser realmente feliz – pelo menos, na maior parte do dia... Minha vez tem que chegar, e sei que vai valer a pena!

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Babação de Ovo

"Babação de Ovo". Do latim "Puxando Saco". O que, geralmente, é da pessoa errada. Se gosta de puxar saco, por favor, faça bem longe de mim. Mas sou franco: eu concordo que vez ou outra é necessário. Levar um café para o patrão, passar um antivírus no computador dele... Coisas que fazemos para benefício próprio. O que eu não concordo é com a babação de ovo de "amigos" - entre aspas porque rola uma dúvida - por pessoas que você sabe que não vão levá-los à nada; é pela falta de caráter ao fingir que nunca te viu mais gordo ou simplesmente "eu não estou com ele". É uma sacanagem você expor sua vida para um "amigo" que baba ovo por pessoas que já te fizeram mal, por pessoas que você sabe que não são legais... Tudo pelo fato de "terem alguma coisa", alguma coisa que interessa ao babento (termo designado ao amigo que baba ovo).
Eu fico de cara. Como podem existir pessoas assim? As vezes, ajo como meu pai: "se eu não tenho coragem, ninguém mais tem". Vamos traduzir para não gerar confusão. Eu não tenho coragem de aproveitar de uma pessoa; eu não tenho coragem de criar uma "amizade" por interesses secundários; eu não tenho coragem de ser sanguessuga; eu não tenho coragem de mentir descaradamente para um amigo. Então, se eu não tenho coragem, penso que ninguém mais tem, que nenhum ser humano seria capaz de fazer essas coisas. Mas, como dizia meu professor, "o ser humano é uma máquina que não deu certo". Fico triste por constatar isso. Claro, ainda podemos acreditar nas pessoas. Mas olha, dá pra contar nos dedos.
Antes de ser an actor, eu tinha um pé atrás com as pessoas. Depois, aprendi a manter os dois pés atrás e as mãos em posição de combate. É difícil acreditar quão podre pode ser o ser humano - tirando uns e outros - mas percebo que assim é e assim será (♫ será um grande amoooor até o fiiinaaaaal ~ Floribella feelings).
Despeço-me com o recado: não confie 100%, mantenha sempre um lado seu na penumbra. Se você se revelar todo para alguém, esse alguém saberá seus pontos fortes e fracos. É melhor pensar que você é um bocó pra depois se surpreender e quebrar a cara do que te derrubar e deixar você na lama.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

De Deus eu preciso


Escrevo hoje para agradecer; agradecer a Deus por ser tão bondoso comigo. Agradecer por estar sempre presente quando mais preciso. Agradecer por não tardar em me mostrar a verdade. A verdade... Fico muito feliz quando descubro a verdade. Mais feliz ainda quando vem do mentiroso, quando este mentiroso se contradiz. Contradição... Deus sabe quanto isso é presente no meio que vivo, no meio que escolhi viver.
Minha escolha me obriga a viver no meio de cobras, me faz ver coisas horríveis, faz "amigos" se afastarem. Mas acho que isso tem em todo lugar... Ou não?
Sinto vergonha por ser tão ingrato às vezes, diante de tanta bondade por parte de Deus, diante de tanta segurança que Ele me passa.
Deus, eu acredito em Ti! Me ampare em suas mãos, me mantém imune a tudo de ruim que acontece. Ampare também as pessoas que estão junto comigo. Espante o pensamentos negativos, expulse as superstições, proteja-nos do que está por vir. Nos dê força para superar cada obstáculo. Amém!
De Deus eu preciso, sempre precisei. E só dEle. Amém!!

De Deus eu preciso
E sempre precisei
É dEle minha confiança,
É nEle que deposito minhas esperanças

O que lhe faz pensar
Que preciso de outro alguém
Se não de Deus?

É dEle que vem minha força
É Ele que guia minhas palavras
São Teus passos que sigo
São Tuas lições que aprendo

O que lhe fez pensar
Que faria tanta diferença
Em minha vida...?

Confio em Ti, Senhor!
E em Tua mãe
Que é minha também!
Maria, escudo protetor

O que lhe faz pensar
Que estou sozinho?
Que penso sozinho?

Maria... Mãe...
Sinto a semente da intriga
Não permita que reguem!
Passa na frente...!

O que lhe fez pensar
Que teria tanto poder
Com tão pouco...?

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Foi ontem... Ana!


Foi ontem
Que você chegou
Assim, desse jeito
Que só você tem
Entrou em minha vida
Sem nem pedir permissão
Mas dizendo que ficaria pra sempre...

Foi ontem
Que um presente caiu em meus braços
Que eu te vi tão pequena
Tão indefesa
Tão delicada
Tão linda...

Foi ontem
Que você sentou pela primeira vez
Que você bateu a primeira palminha
Foi ontem que você aprendeu a engatinhar...

Foi ontem
Que você teve medo de andar
Que estendeu a mãozinha para pedir ajuda
Que deu os primeiros passinhos sozinha...

Ana...
Tão pequena...
E hoje me faz chorar
Por mais uma independência conquistada
Por mais uma batalha vencida
Por mais uma lição aprendida...

Ana...
Hoje você me faz chorar
Por me ensinar tanto...
Por mostrar quão curta é a vida,
E como podem ser lindos pequenos momentos...

Ana...
Só posso dizer que te amo
Que agradeço a Deus
Pelo anjo enviado

Ana...
Te agradeço

Por me ensinar a amar!
Por me ensinar a viver!


Foi ontem... Ana!

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Dois dias


[no picture]

Dois dias sem escrever...
Relapso? Enjoo? Cansaço? Não. Apenas não quis. Já disse e repito. Aqui é o lugar onde eu crio as minhas próprias regras. Aqui é o lugar onde ninguém pode mandar em mim, a não ser eu mesmo.  Aqui eu me sinto livre de tudo. Não há obrigações, cobranças ou qualquer coisa do gênero. É simplesmente isso: se não quero, não faço. Como seria bom a vida assim, porém uma bagunça...! 
Obrigação, cobrança, pressão são coisas que nos empurram para a frente. É o que faz a vida funcionar. Imagino um mundo sem tudo isso, já pensei numa vida onde dinheiro brotasse e eu pudesse viver ao meu modo. É complicado viver e fazer só o que quer. Isso acabaria com o prazer das horas vagas, a sensação de acordar num sábado de manhã e saber que pode voltar a dormir por um pouco mais – já que dormiria até tarde todos os dias – e penso que perderia a noção de tempo...
O tempo... Aquele que não espera, que não tem piedade. Porque fazê-lo um inimigo? Porque deixá-lo afetar tanto a vida? Sei, não é generoso, mas talvez pudesse ser uma coisa boa, se soubéssemos realmente viver (!)


(...)

Dois dias viajando...
Dois dias ao encontro do frio, o frio que me aguarda. Aproveitar cada segundo com amor e o máximo de alegria. Dois dias sabendo viver...!
Viajar...
Esfriar a cabeça...
Esquecer um pouco a minha realidade e desconectar por ora dos problemas, para depois voltar e matar um leão por dia.
Dois dias... Tendo a companhia de pessoas muito, muito, muito especiais... Presenciando um momento especial, compartilhando as alegrias... E as tristezas...
Tudo pronto, tudo pronto para o encontro com o frio – que se antecipa em minha barriga.

Frio, I’m going!

terça-feira, 14 de maio de 2013

Whatever this shit


Perdeu a graça.
Já não me encanta mais
Tua voz, tuas palavras,
Teu jeito de ser

Já não me encanta mais
Ouvir tuas histórias,
Tuas aventuras e desejos...

Já foi o tempo
Que quis você em minha vida
Que fazia questão de estar com você
Agora, whatever

Tanto faz estar contigo
Ou não
Tanto faz ter sua presença

Me perdoe se mudei
Mas tu mudastes também
E não escuta
E pensa que não

Te conheci diferente
E me encantei
E era tudo tão utópico

Te via independente
Conseguia enxergar por trás de teus olhos
Agora,
Só vejo sombras...

Perdeu a graça,
Perdeu-se tanta coisa...

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Segunda-feira: rolam-se as pedras


Fico besta de ver como existem pessoas que têm tanta falta de vergonha na cara.
Aprendi que não devemos pré-julgar alguém pelas aparências ou pelas primeiras atitudes. Na verdade, aprendi que não devemos julgar em momento nenhum da vida, afinal, não somos juízes. Por isso, procuro sempre ficar calado diante de certas situações, analisar e tirar minhas próprias conclusões. E, se for preciso, contatar a pessoa. Tento não julgar. Tenho conseguido, apesar de ser bem difícil. Mas está sendo tudo tão melhor assim. Só é preciso ter muito sangue frio, ficar com dois pés atrás, estar sempre na cautela...
Qual a relação disso? Bem, geralmente, quando julgamos alguém, é uma pessoa com tendência à falsidade, que na primeira oportunidade vai te atacar, na primeira oportunidade vai jogar na sua cara suas falhas. É complicado isso, porque isso nunca é feito numa conversa particular. Há sempre pessoas envolvidas - que, geralmente, são influenciadas pelo agressor.
Falta-lhe vergonha na cara pela forma de agir, por não medir as palavras, pela hipocrisia. Falta-lhe um pouco de discernimento. Falta tentar fazer dar certo aquilo que é seu, por mais verde que possa parecer a grama do vizinho.
Mas tudo isso realmente não me importa. Por mais que a descrença em Deus esteja tão latente nos dias atuais, eu acredito nEle e sei que me protege de todo esse mal. Sei que Ele prepara algo para esse tipo de gente e não deve tardar. Castigo? Não, não. Lição. Acredito nisso por tanto que já vivi e por tantas pessoas que viram o quanto estavam erradas - fato verídico.
As pessoas me acham um tonto. Falam coisas que pensam que acredito, tentam me envenenar com pessoas que amo, pensam que podem me influenciar... Entre tantas coisas! Mas já aprendi muito no meu tempo 'teatrado'. Já estou protegido contra esse tipo de coisa - Minha tática, agora, é deixarem acreditar que sou tão tonto. Só pra ver onde vai dar.

Deixemos as pedras rolarem. Eu só quero ver onde elas vão bater.

Segunda-feira, vem com tudo!
Maio, ou vai ou racha!

domingo, 12 de maio de 2013

Te carrego no colo!


Tão longe de você…
Não posso dar o colo que você precisa
O carinho que você merece
O abraço que você tanto quer…

Não posso te dar meus ouvidos
Para te deixar desabafar
Chorar…

Não posso te dar meus olhos
Para te deixar segura
De que eu me importo com você
Meus olhos…
Para te tranquilizar

Mas mesmo de longe,
Eu penso eu você
Eu me preocupo com você

E se você está triste...
Eu fico de luto
Até te ver viva novamente!

Fique bem
Esteja bem
Eu me importo com você!

Não quero te ver sofrendo,
Você não merece!
Uma pessoa tão linda,
Tão amada…

Fique bem
Esteja bem!
Deus está contigo
E nós também!

Somos em quatro agora
Você tem três colos agora
A gente te carrega,
A gente te ampara
A gente te ama!


A gente… Te ama!!

sábado, 11 de maio de 2013

Aquilo lá...


Olhos vermelhos
Respiração curta
Mãos no rosto
Um choro... Contido

Um sentimento ruim me invade
Trânsito de pensamentos em minha cabeça
A respiração fica cada vez mais curta

Talvez eu não sirva pra você
Talvez, não sou eu quem você procura
Eu me esforço, eu tento melhorar
Eu tento me moldar ao seu jeito

Mas tenho a sensação de que...
Eu não sirvo pra você
Meu esforço é em vão

Sinto um buraco em meu peito
Nada mais faz sentido
Eu não quero que tudo termine
Mas quero que as coisas se endireitem

Eu não vejo percepção da sua parte
Eu não encontro o mínimo de compreensão em seus olhos
Tão lindos... seus olhos, e suas mãos, e sua boca... e você...!

Me compreenda
Me aceite
Faça por mim o que eu faço por você...!
Me ame de verdade!

Porque...
Aquilo lá...
Ainda bate forte em mim...

Feliz...!


Feliz!
Apenas Feliz!

Quando o dia permite,
Quando as pessoas são especiais,
Quando eu me sinto bem!

Felicidade...

Sentimento durad[ouro]!


O que me permite?
Meus amigos,
Meus amores,
Minha profissão! - a verdadeira.

Sorrir!
Apenas sorrir!

Sentir o sol
O calor,
'Trabalhar''
"Cansar"
E satisfazer!

{[Happy...!]}

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Desafio você a escrever!



Desafio você a escrever!
Sem motivo aparente,
Sem infelicidade,
Sem alegrias

Escrever por escrever
Mas -caiu aqui
Escrever por escrever
Não seria um motivo?

O que sai?
Palavras sem nexo
Ou nexo sem palavras?

Nada mais importa
é como se fosse...
Sexta-Feira ...!

Desafio você a escrever
Sem precisar,
Sem desabafar.
Apenas... Escrever!

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Essa coisa meio Pop



Eu poderia jurar que o primeiro post sobre música aqui no blog seria sobre Britney Spears, mas quem diria? Não é! Vamos lá... 
Há 11 anos (NOSSA!), eu estava vendo MTV!, aquele canal que um dia foi legal, o centro dos clipes, a fonte para encontrar os cantores internacionais que você mais gostava. Britney Spears, Jennifer Lopez, Beyoncé, Christina Aguilera, *NSYNC, Backstreet Boys, Madonna... O mundo Pop da época.
Paro aqui para fazer um parêntese.
(
Eu sempre gostei desse lado da música. Fui muito julgado, tinha vergonha de expor, mas o mundo Pop sempre foi minha praia. As músicas rasas, as coreografias elaboradas, as batidas – tanto raiz quanto influenciada – os breaks... Confesso que eu não tinha um gosto tão ‘variado’ – quando gostava de um cantor, gostava só dele – mas hoje consigo perceber o quanto perdi por não ‘expandir a mente’.
Gostava/gosto de Sandy e Junior – OK, meiga demais, enjoada demais, perfeita demais... ARGH! Não importa... Eu ainda escuto, eu ainda canto e, assumo, ainda gosto. Julguem-me – e posso dizer que fico triste pelo nosso pop não sobreviver tanto quando o pop internacional. Kelly Key, Rouge, Bro’z, Wanessa (ex) Camargo... Podem jogar as pedras, mas quem não cantou “baby, baba-baba-baba / possuído pelo ritmo Ragatanga / sim-sim-sim! Esse amor é tão profundo / mas o amooor não deiiixaaa ()...” pelo menos uma vez? MAVÁ! Nem quando tocou na rádio?
...
Há pouco tempo, ouvi um “elogio” de alguém especial. Entre aspas porque a pessoa não sabia que estava me elogiando - E foi o melhor elogio que recebi de alguém. Estávamos numa conversa sobre teatro (para variar) e a pessoa diz: “você tem essa coisa meio pop”. Não ouvi mais nada. Foi o suficiente para eu me assumir enquanto amante da música pop. E eu juro que nunca tentei ter essa coisa meio pop – talvez por isso, tenha.
Podem chamar do que quiser: cultura rasa, cantoras que não têm potência vocal, shows com playback, música sem letra. Mas cada um com sua opinião, certo?
É esse meu mundo musical. É esta a trilha sonora da minha vida. Falem o que quiser, mas eu tenho essa coisa meio Pop!
)
Voltando ao foco do post – que, nesse ponto, já achei que perdeu o sentido. Mas vamos ver o que sai. Em 2002, surge uma garota. Garota mesmo. 17 anos. Diferente de tudo aquilo que meu mundo Pop apresentava. A garota usava roupas de moleque, muito lápis no olho, andava de skate e cantava rock na MTV!. Avril Lavigne estourou. Eu confesso que, na época, eu achava que ela era só mais uma cantora Pop que tinha um estilão diferente. Nunca havia percebido o Rock das suas músicas. Pois bem, ela agradou – e ainda agrada. Vim aqui fazer esse post única e exclusivamente por ter visto hoje o seu clipe mais novo – Here’s To Never Growing Up, que faz um review do que é Avril. Let's talk about it.
Avril passou por fases. No seu primeiro CD [Let Go], ela veio como essa pop-rockerinha, menina-moleque, cabelos extra-lisos praticamente escondendo seu rosto de criança. No segundo [Under My Skin], já pudemos perceber a presença de uma saia – ainda que preta – mas surge um símbolo feminino aí. Mas é no terceiro CD [The Best Damn Thing] que Avril causou desgosto para alguns fãs. O CD físico [O círculo, que ficam gravadas as músicas] é rosa gritante; no encarte, encontramos uma Avril toda trabalhada no caveirismo – mas o rosa continua lá. Loiríssima, saias, vestidos, filós, rosa, rosa, rosa e... PAREM O MUNDO – Avril de salto alto! Choque para a sociedade. 
Confesso que gostei da mudança – Para mim, Avril pertencia mais ao mundo Pop do qual eu gostava. Então, em 2011, ela vem com Goodbye Lullaby; volta ao pretinho básico, mas sem perder aquele glamour de mulherão – a menina-moleque tinha ficado para trás. Pelo menos, era o que eu achava até hoje...
“Here’s To Never Growing Up”. De cara, vemos uma Avril de salto alto, numa escola. A batida da música nos remete à 2002. Quando de repente... TAPA NA CARA. Vem Avril de roupas pretas, all star, andando de skate. Menina-moleque. E agrada! O que ela diz? O que eu já sabia: A gente só cresce se quiser, velhice está na cabeça. “Jovem para sempre” não é um sonho impossível. Porque não podemos voltar a fazer o que gostamos? Ou simplesmente fazer o que gostamos? Não podemos vestir o que queremos? Quem dita as nossas regras? A música dela pode, sim, sambar ora no pop, hora do rock. E ninguém pode condená-la por isso. Tenho essa coisa meio pop e espero nunca mudar! Porque? Me faz bem!
Avril está de parabéns por essa “volta ao passado”! Estou aguardando as novidades-antigas... :D


Agora, vamos falar de coisa boa? Vamos falar do novo Renew Avril Lavigne? Porque né...

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Me deixe respirar...!



Me deixe respirar...!
Só por um instante,
Só por cinco minutos
Me deixe respirar!

Estou sufocando nesse sentimento
Nessa sensação de perda de tempo
Nesse caminho que não me leva a lugar algum

Me deixe respirar...!
Por agora,
Me deixe sentir o pulmão inflar
Me deixe respirar!

Permita que eu acorde
Que eu abra os olhos
Permita que o dia nasça para mim

Let me breathe...!
For now,
Let me breathe!
Antes que seja tarde demais...

- Too late!

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Teatro, porque te quero!


"Uma imagem vale mais que mil palavras."

Eu poderia colocar mil palavras, eu poderia colocar mil imagens, não seriam suficientes para descrever. Não  seriam suficientes para expressar o que sinto.
Teatro. Porque te quero? Essa é a pergunta que me faço quase que diariamente. Confesso: ainda não encontrei uma resposta - talvez por isso me pergunto com tanta frequência.
Depois de 7 anos nesse caminho, depois de 7 anos levando tompos, porradas, tendo dor de cabeça, estresse e tantas outras coisas, aqui estou eu. Não posso dizer: "ainda não desisti" porque a gente não desiste do que ama.
Para responder a pergunta acima feita, hoje respondo: Me faz bem, é prazeroso, apesar dos pesares, é meu lugar. Ouso até dizer que me faz vivo.
Teatro. Porque te quero? Acho que o dia que esta pergunta se calar, nada fará sentido. Eu simplesmente quero, eu simplesmente me sinto bem, realizado.
"Tá errado isso aí. - Teatro não dá dinheiro. - Viver de teatro é arriscado. - É uma vida muito instável."
Lutar pelo que ama não é errado. - Como pode saber? Já tentou? - Fazer o que gosta não é arriscado. - Estabilidade é uma questão de ponto de vista.

São respostas que procuro sempre levar comigo. Já cansei de ouvir que é uma carreira muito difícil - mas qual não é?
Sigo bem desse jeito. Tentando sempre, a vida é feita de tentativas, de erros e acertos. Mais erros que acertos, talvez. Mas isso é bom. Quando acerto, acerto em cheio e pulo de felicidade.

Teatro, porque te quero! 

Chorar...


"Chorar...
Apenas chorar

Toda manhã
A mesma coisa
Aquela vontade que vem lá do fundo
E se manifesta em lágrimas...

"Reclama de barriga cheia!"...diriam
Pode ser,
Mas não há controle sob as lágrimas.

Just run, far away
Just give up

Mas eu não posso
Mas eu estou preso
Mas eu me sinto preso

E passam as horas,
E passam os dias...
Só não passa a esperança
De, um dia,
A felicidade plena sorrir pra mim...

Chorar,
Apenas chorar...
Every morning..."

domingo, 5 de maio de 2013

Sono...

Termina o dia.

Hoje foi um DAQUELES. Daqueles que eu gosto. Difícil, trabalhoso, cansativo, prazeroso. Dia de apresentação. Basta um dia assim para eu confirmar o que eu já sei: é isso!
O melhor de dias assim é que sempre aprendo uma coisa nova - daquelas que só a vida ensina. O aprendizado de hoje foi um atestado do ditado: Tudo que sobe, desce. É satisfatório ver a consequência dos seus atos; perceber que atitudes erradas geram "vingancinha dos céus". Dos céus porque não precisa da intervenção de ninguém. A "vingancinha" acontece por si só e, neste caso, afeta todo mundo - acho esse o pior - ou melhor - tipo.
Acho que estas palavras bastam para resumir meu dia e meu ensinamento. Não preciso ficar divagando sobre. Quero dormir tranquilo e sereno, sem aquela preocupação do dito pelo não dito. O que precisa ser dito, será. Pitty não me representa [não deixe nada pra depois, não deixe o tempo passar / não deixe nada pra semana que vem, porque semana que vem pode nem chegar]. Coitado de mim se seguisse-a ao pé da letra. Pobre de mim (entram no quarto, eu paro de escrever por uns instantes e digo: já vou colocar seu sucrilhos, só preciso terminar de escrever. E aqui termino).

>> O mais engraçado é escrever com Superbass - Nicki Minaj na cabeça. SAAAI COISA! <<

Morro. Só por fora.
Aquele sono vem, a dor, a moleza...
Os olhos queimam.

Sinto o corpo se entregar.
Não é espantoso - pelo contrário.
Junto com tudo isso,
vem aquela sensação de dever cumprido,
aquela felicidade por fazer o que gosta.

Morro. Mas só por fora.
Meu coração jorra alegria,
sinto vontade de voltar o dia.

Mudo de posição.
Mais confortável.
Mentira.
Deito de bruços, dificulta a escrita
Mas o corpo pede.

Morro. Só por fora.
Por dentro, meu coração jorra alegria,
e grita:

- "Vivi!"

[ Dormi... ]

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Rules for what?

Escrever,
apenas escrever.
Uma vontade reprimida pelo medo. Medo de errar, medo de ser julgado. Mas a vida é feita de fases; minha fase hoje é essa, é essa fase de querer perder o medo, de dar a cara a tapa e errar. Que venham os (toca o telefone - ninguém na linha) (...)
Escrever (toca o telefone - atendo e a ligação cai) aquilo que vier à cabeça, as interferências exteriores ajudam a fluir - pra quê permitir que atrapalhem?
Só o simples fato de tocar os dedos nas teclas do teclado me dá a sensação de que sou mais do que penso ser, ao julgar o fato de que nunca pensei em escrever, apenas escrever. Descrever essa sensação é o mesmo que tentar explicar aquela sensação que sinto quando estou no palco, o frio na barriga, a emoção da cena (toca o telefone - again - mais uma vez, chama por outra pessoa) (...)
É incrível como podemos pensar em tanta coisa para escrever e nada fica bem no "papel". É impressionante a escolha que fazemos pela palavra certa, a quantidade de vezes que o backspace é usado e o longo tempo que os dedos repousam nas teclas, apenas esperando uma ordem do cérebro para trabalharem.
(toca o telefone - ele não para - uma voz irritante, melosa, chama por alguém. Onde está o alguém? Longe. A voz insiste. "Recado?" pergunto. "Retornarei." responde. Tem dia que é assim. Nem recado anoto. Tem dia que ele nem toca. Tem dia que leva minha paciência) (...)
Reforço a ideia de que o que está fora fica melhor dentro do que atrapalhando. Tudo parece mais fácil quando você acredita que todos te ajudam. Tudo parece mais easy quando você usa as coisas ao seu favor.
(eu aguardo o telefone tocar mais uma vez, antes de tentar finalizar o texto - quem sabe não ajuda mais uma vez?) (...)
Batem na porta. Senhor de meia-idade, gordo, cabelos lisos - e num certo comprimento de gosto duvidoso. Passa por mim e vai direto à outra sala. Já não me importa qual seu objetivo de ter vindo.
Finalizo aqui. Dizem que um bom escritor sabe a hora de parar. Não sou um bom escritor, mas sei que a hora de parar é aquela quando (...)