quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Reclamar, reclamar, reclamar...


O ser humano
A-DO-RA
reclamar.

Dificuldades no caminho são pretextos para as maiores
lamúrias e chororôs,
enquanto deveriam ser o que nos empurra pra frente

IMPRESSIONANTE
como as pessoas
A-DO-RAM
se fazer de vítimas.
E sabe o que elas argumentam?
"Eu não tô me fazendo de vítima"

ME. POUPE.

Só queria deixar avisado uma coisa:
quem bota obstáculo nas coisas que quer fazer,
das duas uma:

- Ou não quer fazer;
- Ou limitado é.

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Cemitério

Do limbo,
Da tumba,
Da escuridão

Ressurge
Ressuscita
Renasce

An Actor W.
The Comeback

Pela necessidade de escrever
Pela necessidade de sentir

Volta.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Conto para não Contar

"Conto para não Contar"

Era feliz, não poderia dizer que não. Também, isto é algo óbvio a se dizer, pois teve a melhor criação. Nunca lhe faltou nada. Aquela velha história,”teve do bom e do melhor”, e teve mesmo. Desde muito novo sabia o que queria. Tinha opinião – por mais tosca que fosse – e ninguém o convencia do contrário. Na história da sua infância, tenho apenas a destacar que sempre fora muito alegre. Gostava de viver. Na sua adolescência, ficava nítida a criancice que o acompanhava. Nunca cresceu. Nunca se preocupou muito com o futuro, com “o que seria quando crescesse”, apesar de sempre afirmar uma coisa: seria artista. Coisa de criança, talvez... Mas não existem palavras no mundo mais sinceras que de uma criança.

O tempo passou tão depressa que lhe faltou tempo para pensar em outra coisa. Uma segunda opção, talvez. 

Ou seja esta a opção correta.

O fato consumidor é que ele se sente triste e sem propósito de levantar todas as manhãs, pois seus dias são repletos de perda de tempo. Também o medo da falta de mudança o afeta num grau que suas lágrimas já não encontram forças para se manifestarem... Ou talvez já secaram.

O tempo é cruel com todos, essa é a maior lástima. Não há tempo. A falta de tempo o consome. Tentou correr, mas o labirinto parece não ter saída. Está lutando contra teus próprios instintos, que se fortalecem a cada dia.

O temor maior é de quando tudo isso estourar. Os cacos podem ferir, tanto ele mesmo como seus próximos.

E agora?


Escrito originalmente em 9/Fev/2014 – 00h24

sábado, 28 de dezembro de 2013

Aprender | Preparar | Treinar


                Fiquei tentando resumir meu ano em poucas palavras, cheguei a três: Aprendizado, Preparação, Treinamento. Aprendi com os outros, aprendi comigo mesmo e com o mundo. Dentro desse aprendizado, posso acrescer a palavra ‘Descoberta’. Descobri que posso ser mais forte (psicologicamente e fisicamente) do que pensei. Aprendi que posso perder a paciência mais fácil do que pensam. Também aprendi que não devo jamais esperar muito das pessoas e que depositar muita esperança em algo é errôneo. Descobri, finalmente, pra quê vim ao mundo. Nascer – Adquirir conhecimento – Aterrá-los – Ter um objetivo a seguir – Dar o que tem de melhor – Morrer – Recomeçar. Esse deve ser meu ciclo. Aprendi que não devo me deixar vencer pelo cansaço, tanto físico quanto emocional. Descobri que alguém que se gosta muito pode vir a ser uma pessoa totalmente dispensável na sua vida. Aprendi com essas pessoas que elas podem afetar outras pessoas gerando uma corrente poluída e alucinada e que devo me acostumar a isso. Descobri que não preciso me preocupar tanto com algo que ainda não está pronto. Está no forno, ainda não está no ponto. Logo se pode comer.
                Preparei-me. Preparei-me para me mostrar ao mundo, para fazer-me caber no mundo – e não o mundo caber em mim. Preparei-me para sofrer e aguentar, preparei-me para falar e ouvir. Tranquilizei-me. Preparação de corpo, voz e alma. Alma: me preparei para ouvi-la. Não só ouvi-la. Entendê-la. Preparei-me para abandonar furões, preparei-me para eliminar vampiros. Dancei, cantei, cansei. Levantei.
                O treino foi a base do ano. É preciso treinar para viver, mas todo dia se vive treinando. Descobri – mais uma vez – que o treino não para, o movimento não para – é guardado. Treinei e treino não para ser o melhor, mas para ser melhor. Mais que ontem, menos que amanhã. Achei impossível não chegar num limite, mas errei mais uma vez. Não há um topo, não há o pico a ser alcançado. Há um caminho a ser percorrido, buscando sempre subir um degrau sem deixar o degrau subir em você. Treinei ser escada e usar de escada. Vale a pena por alguém que sabe dar valor. Aos medrosos e assustados, ficam os abraços e as decepções, talvez o arrependimento. Treino. Ainda treino e ainda tenho o que treinar.
                Aprendo todos os dias. Preparo-me todas as horas. Treino viver, tentando não errar muito. Mas com o erro se aprende, Com o erro nos preparamos melhor. E segue o ciclo da vida. Segue o meu ciclo da minha vida. Nascer – Adquirir conhecimentos – Aterrá-los – ter um objetivo – Dar o que tem de melhor – Morrer – Recomeçar.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Unconditionally


“É o Natal. As vezes, essa época nos deixa um pouco melancólicos. Mas então, vem o Ano Novo e as energias se renovam.”

Está chegando o Natal, está chegando o Ano Novo. É nessa época que se concentra um grande número de superstições. O maior, talvez. E quero falar diretamente pra você, que acredita, que pula as sete ondas, usa amarelo, que toma banho de mar no início do ano para “limpar” a aura, talvez. Que usa a cueca ou calcinha de uma cor específica e outras tantas regras às quais se prende e acredita que terá um ano ruim se elas não se cumprirem. Eu te digo: há uma fórmula mais eficaz para ter um ano abençoado. É um tanto mais difícil que cumprir essas “obrigações”. Na verdade, para este novo método, você terá que se desprender de toda essa amarração. Ei-labri)﷽﷽﷽﷽﷽﷽ Ouso transpor o  que ntar que ntos e opiniia ter sido com um pouco maos pacio amor nbriu - eles :


Antes da virada do ano, uns dias antes, de preferencia logo depois do Natal, procure um lugar tranquilo. Pode ser na sua casa, pode ser fora dela. Um lugar que você se sinta bem e que ninguém te incomode por algumas horas. Faça uma reflexão do ano que se passou. Pense nas suas conquistas, nas suas derrotas, nas pessoas que entram e saíram da sua vida. Nas portas que você abriu e nas que fechou. Faça uma viagem interna e procure todos os novos sentimentos que descobriu – eles são infinitos. Após, pense nos sentimentos que você gerou nas outras pessoas. Pense na imagem que elas ficaram de você. É aí que eu quero chegar: Se aprofunde no “você”.  Não devemos nos importar com o que pensam da gente. Está certo. Mas esse não é o ponto. A quem você feriu? Com quais palavras você machucou alguém? Esse alguém pode te amar um tanto e cansar (“Amor não é abstrato. Amor é uma pessoa. Amores são as pessoas. Um amor nunca termina, apenas morre. Mas o amor cansa, o amor se irrita, o amor não compreende as vezes e o amor se irrita fácil” – Renan Fábri).
            Repense todas as suas atitudes, suas DR’s, seu jeito de ser, as patadas que deu – mesmo que defensiva – coloque na roda a pessoa que você foi. Reclamei à toa? Fui fraco (a)? Me comprometi e dei bolo? Coloque em xeque todo 2013.
            Agora, reflita sobre o que poderia ter feito melhor, onde cabia um pouco mais de paciência, onde se encaixava palavras melhores, onde poderia ter sido com um pouco mais de carinho. Traga isso para você. Mais carinho, mais compreensão, mais paciência – e um pouco mais – mais dedicação, mais atenção ao amor que te quer – não o deixe cansar – mais gratidão, menos 2013. Faça uma promessa – e prometa que vai cumpri-la – de ser uma pessoa melhor (“Você não muda em sua essência. Você muda nas suas atitudes, nos seus pensamentos e opiniões. Ouso transpor o “muda” para “melhora”. – Renan Fábri).
            Pode crer que suas superstições não vão te levar a nada. Pode acredita-las, quem sou eu para impedir – mas não confie seu 2014 somente nelas. Coloque seu ano novo e todo ele nas mãos de quem é realmente capaz de transformá-lo: Você.